vialgarve
Visite a nossa página vialgarve
segunda-feira, agosto 25, 2003
 
Festival do Marisco de Olhão

Eu sei que já acabou. Mas esqueci-me de escrever qualquer coisita sobre o evento.

Pareceu-me que este evento está estabilizado, o que é positivo. Estava já alguma confusão às 21:00 (fui no dia da inauguração). Desde há alguns anos visito insistentemente o Festival. Para o ano não devo ir. Porquê? Porque se come mais caro, com mais confusão (eu não vou ouvir os concertos, por isso, pagar 9 Euros por 100g de Camarão, um cerveja, um guardanapo, uma caneca de mau gosto... não me parece bem! Este festival, entre bilhetes e comida (4 pessoas) ficou por perto de 120 Euros... sem vinho, sem sobremesas e sem as restantes mordomias que os restaurantes ali a 100 metros oferecem... só uns camarões grelhados e umas amêijoas; para o ano como o marisco em casa, é mais confortável, a musica é mais baixa e não tenho que ficar 30 minutos sempre que for buscar mais comida.

Em relação à caneca... podiam oferecer de vidro, mais bonita e utilizável... tenho umas 10 canecas em casa (já as devia ter jogado fora) que nunca as utilizei, ou devo utilizar...

 
A Gastronomia no Algarve (IV)

Fábrica do Inglês - Pizzaria (Silves)
Das melhores pizzas do barlavento. Forno de lenha. Não podem deixar de passar pelo Pátio Andaluz (também na Fábrica) e petiscar umas tapas... ou no Bar Tapas... no fim, a Pastelaria da Fábrica “oferece” um café Delta Diamante e doçaria regional e pastelaria diversa.
Classificação: Excelente! (o complexo e o ambiente ajuda na classificação, como já tinha referido num outro poste)


 
“In Love”

Fui ver o “In Love” a Silves. Produção da Fábrica do Inglês.

Trata-se de uma comédia com uns interlúdios musicais (ou o contrário)...

Gostei...

Estava cheio. Segundo a produção, tem estado sempre cheio. Percebe-se porquê!

Passei um par de horas bem divertidas. Aconselho.

Foi na semana a seguir aos incêndios. Uma pequena brisa trazia ainda um leve cheiro a madeira queimada... fazendo-me lembrar que a vida continua...


sexta-feira, agosto 22, 2003
 
Dias Medievais no Castelo de Castro Marim: de 28 a 31 de Agosto de 2003

Tabela de Preços
Ingresso Diário:
Crianças até aos 5 anos: Entrada gratuita
Crianças dos 5 aos 12 anos: 2 euros
Adultos: 4 euros

Banquete - Preço Único (inclui entrada no Castelo): 37,50 euros

Castro Marim e os Dias Medievais no Castelo são o cenário ideal para quem quer sonhar. Longe do stress do quotidiano contemporâneo e perto do imaginário do homem medieval, a 6ª edição daquele que já é considerado o maior acontecimento cultural a Sul do Tejo promete 4 dias e 4 noites plenas de mistério e magia.

O cenário é o Castelo da Vila, outrora palco de terríveis lutas e cujas paredes guardam o eco de batalhas sangrentas. Ele será o palco privilegiado e adequado de muitas emoções e aventuras nesta viagem pelo passado à descoberta da Idade Média, uma das épocas mais fascinantes da história.

Entre 28 e 31 de Agosto, a vida quotidiana do homem da Idade Média vai ser recriada com todo o rigor, num programa variado de que fazem parte o desfile das classes sociais de então e a animação de rua com cavaleiros, contorcionistas e falcoaria, músicos, bobos, trovadores, malabaristas e almocreves, torneios e jogos medievais, a feira e o mercado, a exposição de instrumentos de tortura e punição, requintados banquetes com receitas de então, música da época e muito mais. Circulará uma moeda própria, os reais, que os visitantes poderão adquirir junto dos cambistas e com a qual poderão fazer as suas compras e adquirir recordações do evento.

Uma visita aos Dias Medievais no Castelo de Castro Marim é uma aula de história ao vivo, pelo tempo da cavalaria e dos castelos, pela mentalidade do homem medieval e das suas crenças e temores e pelas suas produções materiais e gastronómicas. Na certeza de que fica sempre algo por saber e esse é o melhor motivo para se regressar de novo, no ano seguinte, à Idade Média e a Castro Marim. Deve ser por isso que, de ano para ano, o número de visitantes aumenta consideravelmente, tendo atingido na última edição os 30 mil.

Mais em Câmara Municipal de Castro Marim
 
Indigestão na Restauração

O sector da restauração é nos tempos que correm uma actividade importante na economia de qualquer concelho, não só pelo número de pessoas que emprega, mas também pelo facto de a gastronomia desempenhar cada vez mais um papel importante na promoção turística de qualquer região. A gastronomia, enquanto património de indiscutível interesse, é cada vez mais um factor importante de atracção do território, devendo por esse motivo ser devidamente valorizada e defendida, quer através da promoção da sua actividade e da formação dos empresários e trabalhadores do sector, quer através da criação de condições para que se possa fazer cumprir a lei – refiro-me ao licenciamento e à nova lei que entrará em vigor em Março de 2004, e ao Dec. Lei 67/98 que define todas as questões relacionadas com a higiene e segurança alimentar.

O sector da restauração, apesar da sua importância, é todavia um sector que tem vivido na ilegalidade. Apesar de não haver números oficiais, é sabido que uma grande parte dos estabelecimentos que conhecemos, e até frequentamos, não estão licenciados ou não cumprem com os critérios mínimos relativos a questões como a Higiene e Segurança Alimentar. Esta é uma matéria sensível numa região turística como o Algarve. Não estou com estas palavras a pôr em causa a qualidade da restauração da região, embora em muitos casos esta deixe algo a desejar, nomeadamente ao nível do serviço prestado e à relação preço qualidade. No entanto, o nível de formação dos funcionários do sector é em média muito baixo, não sendo preciso estes terem qualquer tipo de qualificação na área para que possam desenvolver o seu trabalho. O mesmo se pode dizer dos empresários do sector, que ao contrario dos cabeleireiros e das farmácias que precisam de ter um responsável técnico qualificado para que possam desenvolver a sua actividade.

Não se trata aqui de ser mais papista do que o papa, mas a restauração mexe com questões ligadas à saúde pública, e apesar de não serem muito frequentemente noticiados problemas de saúde pública derivados da ingestão de alimentos nos restaurantes, isso não significa que eles não existam. Numa região predominantemente turística como a nossa, basta pensar que repercussões teria para o Algarve se um grupo de turistas importante que integrasse V.I.P.’s tivesse apanhado, num qualquer restaurante Algarvio, uma intoxicação alimentar e isso viesse publicitado num qualquer jornal Inglês ou Alemão, e que a agravar o acontecido, se noticiasse que o mesmo não estava licenciado, para termos uma ideia das consequências que daí adviriam para a nossa dependente economia.

Este é um assunto sobre o qual os nossos autarcas se devem debruçar, pois a reposição da legalidade desta actividade, nos casos onde ela deva acontecer, defende os interesses de todos, quer seja dos potenciais clientes, quer da autarquia, quer dos próprios empresários do sector. Aquilo que não pode acontecer é fecharmos os olhos a esta situação, fingindo que ela não existe, ou não é da responsabilidade de ninguém e continuar a pactuar com o incumprimento da lei.

Pede-se aos executivos camarários que apliquem a lei (por mais votos que possam pensar que isso custe), ou não fosse esse um dos seus papéis, mas também que crie instrumentos de apoio que possibilitem aos empresários do sector, sem capacidade financeira para tal, para que possam introduzir nos seus estabelecimentos as melhorias necessárias para desenvolver a sua actividade de acordo com o previsto na lei. Aos empresários da restauração que olhem para esta questão e para o problema da falta de formação com outros olhos, que não apenas os do lucro imediato.

 
Aldeias do Algarve

Li há pouco tempo em duas publicações semanais do nosso país, artigos que faziam alusão à venda de aldeias com o objectivo de as transformar em parques temáticos. Apesar de alguns pensarem que tal ideia é fazer vir ao de cima o Portugal mais pobre e coitadinho de que há memória parece-me bem. De que temos afinal de nos envergonhar se é nestas aldeias que reside a origem e o berço do Portugal mais profundo, e onde é possível ainda descortinar as tradições mais antigas, populares e verdadeiramente genuínas do nosso país (muito mais do que do Carnaval). Pior seria se não tivéssemos consciência disso e nos quiséssemos fazer passar por aquilo que não somos, tal qual um novo rico ostenta um título de sangue azul comprado na esquina.

Desde o ano de 2000 que a ex-Comissão de Coordenação da Região do Algarve lançou um programa de intervenção e requalificação de 11 aldeias do Algarve, a saber: Cacela Velha, Odeleite, Vaqueiros, Cachopo, Estoi, Querença, Paderne, S. Marcos da Serra, Caldas de Monchique, Budens e Carrapateira. Este programa, financiado pelo PROAlgarve, pretende através de diversas iniciativas, atrair e fixar as populações, dotando estas de infra-estruturas, equipamentos e dinâmicas que tornem estes territórios atraentes para quem procura um local onde residir.

O conjunto de investimentos que foram e estão a ser feitos nestas onze aldeias denota uma tendência completamente contrária àquela que tem sido feita ao nível do investimento público, tradicionalmente virado para as zonas urbanas do litoral, e demonstra a preocupação que existe com uma zona do Algarve onde a identidade e as raízes de um povo ainda não se encontram descaracterizados. Criar condições para que as zonas denominadas de baixa densidade do Algarve se possam desenvolver de uma forma harmoniosa, requalificando e dotando-as de todos os equipamentos necessários para uma vida em família em pleno século XXI, é não só um exemplo de rara visão, como uma prova de que é possível desenvolver projectos onde o interesse genuíno das populações é uma prioridade.

Muito do futuro do turismo desta região passa inevitavelmente por aqui e pelo criar de instrumentos que permitam financiar e apoiar actividades de animação turística durante todo o ano. A transformação destas aldeias em museus vivos de história, onde têm lugar as festas tradicionais, os petiscos únicos, os trajes típicos, o alojamento em espaço rural, os ateliers de artesanato, é todo um manancial de produtos turísticos que está à mão de semear e para os quais é preciso que as autarquias comecem a olhar com outros olhos, não perdendo de vista que o interesse destas deve estar em primeiro lugar, e não o interesse de alguns investidores imobiliários com projectos que não têm pés nem cabeça.

A verdade é que, para todos os que residem nesta região e procuram uma identidade, que não seja balofa e não envergonhe ninguém, é necessário, salvo raras excepções, que nos desloquemos para o interior. Enquanto algarvio tenho esperança que este e outros projectos da mesma índole não caiam em saco roto, e que as estratégias de promoção do nosso Algarve passem a ser mais canalizadas pela via do que é autentico e genuíno, em vez de acontecimentos pontuais e desenraizados que pouco nos dizem.

quarta-feira, agosto 20, 2003
 
Rota do Atum

Gastronomia baseada no atum.
Vila Real de Santo António:4 a 7 de Setembro
Monte Gordo:11 a 14 de Setembro
 
Sobre os incêndios
Uma perspectiva realista

Venho reflectindo sobre este assunto desde há algum tempo. Já repararam que as florestas das empresa de celulose não são “atacadas” pelo fogo. Porquê? Porque têm um planeamento de emergência e apostam na prevenção.

A gravidade e proporções que este ano os incêndios têm assumido, com a morte de pessoas e a destruição de bens faz-me pensar que não tem sido feito um planeamento eficaz. Pensar que a culpa é do governo é uma falsa questão. A culpa é, muitas vezes, das pessoas. No caso das povoações e habitações dispersas, bastava que em volta destas fosse aberto um corredor de 30/40 metros para que o fogo, mesmo em condições extremas, fosse detido, evitando-se muitas vidas perdidas e tantas casas destruídas.

Perdoem-me a minha análise, mas a frio, o mais importante é que este ano sirva de desculpa para reformular os planos de emergência municipais e nacionais, a própria legislação, em especial obrigando a criação dos corta fogos em zonas residenciais e a manutenção da floresta limpa. Também os produtores florestais e a população que vive deste recurso, ou habita nas suas imediações, podem pensar como evitar esta calamidade. Podem não, devem!

Umas das frases mais ouvidas pelas vítimas remete à desgraça e à perda de tudo. Faz-me lembrar a fábula da formiga e da cigarra; em vez de pedir ao estado, porque será que não partilham o risco, através de seguros, ou associam-se em mutuas. Pelo menos, procurem salvaguardar as habitações, prevendo um eventual incêndio. Mas o português está dependente do estado, a intervenção excessiva provocou a total dependência. É o problema da mão invisível, que está tão visível.

Relativamente à limpeza da floresta, considero que os presos poderia prestar um valioso serviço na prevenção de fogos, pagando assim as suas dívidas para com a sociedade, já que a privação da liberdade, na minha opinião, não é suficiente. O serviço comunitário deveria fazer parte da “terapia” de reinserção social e ocupação de tempo. Penso também que algumas penas menores poderiam ser convertidas na prestação deste serviço.

Quem recebe o Rendimento Mínimo Garantido, deveria também contribuir para a limpeza e vigilância das florestas.

Também quem aufere um subsídio de desemprego deveria ter que optar entre formação profissional ou serviço cívico, receber sem trabalhar desmoraliza e produz mais efeitos perversos do que estar ocupado. Sem prejuízo da procura de emprego, penso que nestes períodos críticos (i.e. o verão) a vigilância de florestas poderia ser uma valiosa contribuição.

Relativamente ao esforço que tem sido feito na requalificação das Forças Armadas, considero essencial que o Exército e a Força Aérea disponha de uma força conjunta de emergência para intervenção rápida em caso de incêndios de grandes proporções, reconvertendo e adaptando aviões para que estejam aptos para, além das suas missões “normais”, combater o fogo; para além do esforço da coordenação operacional e gabinete de crise.

Um dos índices de sub-desenvolvimento está directamente relacionado com a forma de encarar as áreas florestais. Penso não ser um problema da direita ou da esquerda, mas das condições climatéricas, da incúria, do crime, demência e essencialmente da falta de respeito e fundamentalmente planeamento.

Já agora, penso que as penas para os criminosos que perpetram estes crimes deveriam ser agravadas, ao nível dos 20 anos de detenção, com uma pena efectiva mínima de 10 anos. Quem não quer, não queima...


quinta-feira, agosto 14, 2003
 
Trata-se de um atropelamento por uma viatura do ISN, numa praia do Algarve...

Agradeço que passem por aqui e divulguem. Há coisas que não devem acontecer. Nunca!


 
A Gastronomia no Algarve (III)

Cortesia do Jaquinzinhos

Pezinhos na Areia (Praia Verde)
O melhor restaurante na Praia. Come-se bem, por vezes muito bem e uma vez por outra, divinamente. Os empregados são todos simpáticos. O treinador só pode ser muito bom. Momento de requinte: em dias de enchente telefonam-nos para a praia quando houver mesa. Situação ideal: chegar às 3 da tarde e prolongar o almoço até ao fim do dia.

Vela 2 (Tavira)
Chegar cedo, sentar e esperar. Os peixes vão chegando à mesa à vontade da gerência. Não escolhemos, só comemos. A par dos linguados, sardinhas e carapaus do costume e dos besugos e salmonetes que são sempre melhores no Algarve, servem-nos mucharras, bicas, encharrocos, azevias e outros bichinhos dos mares do Sul. Petinhas e Jaquinzinhos nunca vi. 3 problemas: Só há rodízio de peixe ao almoço, quem não chega antes da 1:00 arrisca-se a esperar tempos infindos e a decoração resume-se a uma exposição crescente de gadgets do clube dos lampiões. Perdoa-se o mau gosto clubístico pelo bom gosto dos peixinhos.

A Chaminé (Altura)
Entro com um grupo de amigos, sento-me e quem está na mesa ao lado? O casal Ferro Rodrigues. Ferro come chocos com tinta. Pedimos a ementa, ovos de codorniz com linguiça (hmmm...schlept!) para a entrada, azevias fritas com arroz de tomate, lulas rechadas, dourada de mar alto escalada e... venham de lá também uns choquinhos iguais aos do líder da oposição. Senhor Dr. Ferro Rodrigues: sabemos que escolhe sempre chocos com tinta: faz mal. Foi o pior dos pratos escolhidos. estavam apenas muito bons, todos os outros pratos eram excelentes. Momento alto da noite: Ferro levanta-se, cumprimenta um gestor público conhecido que janta noutra mesa e quando se dirige para a saída... toca o famoso telemóvel Nokia! Os agentes da PJ não devem ter compreendido de onde vieram as gargalhadas que escutaram do outro lado das antenas.

segunda-feira, agosto 11, 2003
 
O Fogo...

O Algarve arde. O Algarve sofre...
 
Beba que depois levamo-lo a casa....

Já tinha lido uma notícia sobre este assunto no DN de Sábado, mas hoje o Público volta a referir esta questão.

Uma série de discotecas, bares e empresas de bebidas alcoólicas alugaram autocarros, nas zonas de Albufeira, Vale do Lobo e Vilamoura, que fazem regularmente o percurso entre os sítios de divertimento e os de recolhimento. Desta forma os clientes podem-se divertir, deixar o carrito estacionado na discoteca e ir e autocarro para casa. Sem problemas de conduzirem com uns copitos a mais.
Ganha o cliente, os bares e discotecas, as empresas de bebidas alcoólicas e ganhamos todos, pois a sinistralidade rodoviária afecta toda a gente.

Já há quem diga que agora se bebem uns copos mais. Antes isso do que haver uns mortos a mais....
 
Aqueles sítios que nos fazem perceber que comer é mais do que ingerir alimentos (Parte II)

Colaboração recebida de Mil e Uma... :

- o Atelier do Bacalhau, junto à GNR em Loulé (um excelente bacalhau espiritual)

- o Vinhão, em Faro, na Estrada de S. Luis (Se quiser comer um óptimo bacalhau na simplicidade da sua excelência. Dispõe de uma máquina própria para dessalgar e amaciar o dito cujo. Uma delícia os lombos de bacalhau à Vinhão. Inesquecível.)

Aguardamos mais contributos...
 
A Gastronomia no Algarve (II)

Mais uma entrada...

Restaurante Baixa Mar (Santa Luzia)

Come-se bem. Experimentem as "bichas de polvo", que são umas espetadas pequenas de polvo. Os preços são medianos.
Classificação: Bom

Ministério da Cerveja (Faro)
Ao lado da Junta de Freguesia de São Pedro. Este ministério serve com qualidade, preço e cortesia. Fui lá este fim-de-semana e embora um dos comensais tenha sido “presenteado” com um cabelo na comida, foi prontamente resolvido. As quantidades servidas foram generosas. O preço foi uma agradável surpresa. A cerveja da produção deste “ministério” é óptima. Infelizmente só tinham “loiras”, falta provar as “pretas” e “ruivas”. Fica prometido uma segunda visita.
Classificação: Muito Bom


sexta-feira, agosto 08, 2003
 
Aqueles sítios que nos fazem perceber que comer é mais do que ingerir alimentos (Parte I)

Marisqueira Santola (Maria Vinagre-Aljezur)
Perceves e outros petiscos da zona.

Restaurante Figueiral (Rua Cristóvão Pires Norte-Almancil)
Aquele restaurante sofisticado para levar a respectiva. Excelente comida e algo carote.

Restaurante Casa Pituxa (Corgo da Zorra - Ferrarias-Almancil-perto da entrada para as Dunas Douradas)
Com esplanada. Recomendo o Borrego com Hortelã.

Restaurante Pedro (Cabanas de Tavira)
Arroz e Feijoada Lingueirão, Cataplana de Amêijoas; Arroz de Marisco; Açorda de Marisco Arroz de Tamboril; Bacalhau á Pedro.

Restaurante O Costa (Sítio da Fábrica-Vila Nova de Cacela)
Perto da praia. Salada de polvo, Estupeta de atum, Arroz de Lingueirão, Cataplana de Marisco. Recomenda-se.

Restaurante MN (Rua Poeta António Aleixo-Montenegro-Faro)
Arroz de linguerão, açorda de marisco, amêijoas ao natural feitos na hora, com marisco fresco e a preços que já não se usam.... Cada dose 5/6 €uros....

Restaurante A Moagem (Rua Maria Campina-Loulé)
Excelente serviço e óptima comida. Aqueles bifes em tacho de barro...

Restaurante Carruagem (Estação da CP de Loulé)
Excelente comida. Pratos originais. Convém reservar.

Ristorante Doca's Pizza (Em frente ao mercado municipal-Olhão)
Muito bom. Preços acessíveis.

Café Largo da Bica (Montes Novos-Salir)
Tudo caseiro! (queijo, linguiça, presunto, galo, porco). Galo caseiro com grão, Lebre com Feijão Branco, Ensopado de Lebre, Javali Estufado, Ensopado de Grão à Alentejana, Galo Guisado, Ensopado de Galo. E quando chega a conta pagou-se cerca de 10€ por pessoa. Tipo tasca. Se forem muitas pessoas convém reservar e encomendar logo a comida. Uma viagem ao interior Algarvio...

Restaurante O Cesteiro (Marina de Vilamoura)
O ambiente é bom, o peixe e o marisco são bons, o atendimento é impecável e tem vista sobre a marina. O preço está de acordo....

Restaurante Taco Y Tequilla (Rua Filipe Alistão-Faro)
Um Restaurante Mexicano que não é franchising.... o que é desde logo muito bom! Tem uma saladinha de entrada com cacto que é óptima. E os pratos também são bons. Quem abusar das margaritas paga bem....
segunda-feira, agosto 04, 2003
 
A Gastronomia no Algarve (I)
Restaurantes e “coisas parecidas” que servem comida

Em resposta ao repto do meu querido amigo e também gastrónomo JNN, deixo o meu contributo, de acordo com as minhas opiniões. Ao título vou adicionando uma numeração romana, quando escrever mais crítica gastronómica.

A classificação: Mau; Razoável; Bom; Muito Bom e Excelente!

Aí vai:

O Cangalho (Bensafrim – Lagos)
Fui a uma casamento neste restaurante, ao lado (e dos mesmos donos) do Zoo de Lagos, recomenda-se o espaço e o ZOO; quando lá for comer noutra ocasião, recomendo a ementa.

O Comidinha (Lagos)
Um restaurante fora do centro da Cidade dos Descobrimentos, numa zona residencial; recomendo o bacalhau com natas (sou fã) e a muqueca de camarão. Preços compatíveis com a quantidade e com a qualidade servida.
Classificação: Muito bom

Casa Paixanito (Loulé)
Uma casa de petiscos que é uma paixão à primeira vista. À saída de Loulé para Querença. Experimentem todas as tapas... ou quase todas. Os salgados de massa tenra são uma delícia.
Classificação: Excelente!

Restaurante O Sérgio (Olhão)
Perto da Parque de Campismo de Olhão (SBSI); come-se uma espetada fantástica, uns linguadinhos, e outras comidas com influência da cozinha francesa. As sobremesas e as entradas são fantásticas.
Classificação: Muito bom

Restaurante Monte da Eira (Clareanes – Loulé)
Na saída de Loulé para Querença, depois da Casa Paixanito. Nem vou falar da comida, recomenda-se e pronto.
Classificação: Muito bom

Pizzas Sol (Loulé)
Na entrada de Loulé, antes do Hospital Velho. (D)as melhores pizas que já tive o prazer de comer. Especial referência para o (enorme) pão de alho com bacon ou chouriço; e da pizza calzonne; todas as outras são boas e baratas.
Classificação: Excelente!

Os Arcos (Lagos)
No centro de Lagos, na Rua 25 de Abril, também chamada rua direita. O marisco e peixe fresquinho, as entradas equilibradas e uma excelente escolha de vinhos. É de referir o profissionalismo dos empregados.
Classificação: Excelente!

Os Artistas (Lagos)
Perto do Cinema de Lagos. Uma comida com inspiração no norte da Europa. É caro, mas é bom. A fruta como suporte do paladar em quase todos os pratos.
Classificação: Excelente!

O Pequeno Mundo (Almancil)
Na estrada entre o Tradicional e o Karting, numa ruela que parece não levar a lado algum. Sem mais comentários, vejam a classificação. Só jantares. Reservas com duas semanas
no verão e uma no resto do ano. É pena o preço...
Classificação: Excelente! Excelente! Excelente!

República (Faro)
Atrás da Alfândega de Faro. Pessoalmente costumo ir para o fondue (qualquer deles).
Classificação: Muito bom

Restaurante Taberna do Gabão (Odeceixe)
Quem vai para o moinho (aconselho a visita deste). Petiscos da região.
Classificação: Bom

Restaurante O Correia (Vila do Bispo)
Depois dos CTT. Para quem gosta de perceves. Provem a massinha de peixe.
Classificação: Bom

O Celeiro (Almadena)
Quem vai para Almadena, na EN125.
Um registo rural muito intenso. Um ambiente propício a uma jantar romântico.
Classificação: Muito bom

Ábabuja (Alvôr)
Mesmo junto à praça e à ria. Uma decoração marítima. A comida bem confeccionada. Provem a mista de sobremesas e aconselho, para além das carnes e peixe grelhado, o caril de camarão.
Classificação: Bom (verão); Excelente! (no inverno)

Fábrica do Inglês (Silves)
A cervejaria no verão e a churrasqueira no inverno. Vale a pena. A comida é boa, o ambiente fantástico, também se aconselha-se uma visita ao bar tapas e à antiga casa do capataz da fábrica (no centro, em frente da Cervejaria) só é pena terem acabado com a Xelb (cerveja produzida no local, devida a problemas com o antigo licenciamento industrial, que comparava uma mini-cervejeira com uma Unicer; pode ser que com o novo regime de licenciamento industrial, relancem as três cervejas da fábrica)
Classificação: Excelente! (o complexo e o ambiente ajuda na classificação)

Marisqueira Rui (Silves)
Depois do Banco Sottomayor. Sem querer ser muito extenso: o melhor marisco do Algarve.
Classificação: Excelente! Excelente!

Restaurante Recanto dos Mouros (Silves)
A norte do Castelo. Um espaço recatado e propício a uma jantarada e ao convívio. Decoração rústica. Comida bem preparada e servida.
Classificação: Muito bom

Restaurante Mouras Encantadas (Paderne)
Na estrada principal de Paderne, na zona baixa. Come-se comida regional com um toque de modernidade. Aconselho a galinha cerejada.
Classificação: Muito bom

Restaurante Flor da Ameixa (Sítio de Lagos e Relvas – Bordeira)
Junto à estrada. Ideal para uma confraternização de amigos. Aconselha-se os grelhados.
Classificação: Bom

Restaurante Querença (Querença)
No largo da Igreja. O sítio certo para levar os amigos para uma tarde à mesa. No final, degustem a oferta de licores da casa, o de canela é óptimo.
Classificação: Muito Bom

Restaurante Moinho Ti Casinha (Azevedo – Ribeira das Mercês)
Na estrada do barranco velho. Um espaço para reviver o passado rural. Aconselho almoço, para ver o moinho a funcionar.
Classificação: Muito Bom

Restaurante Adega Nunes (Machados – S. B. Alportel)
A casa é típica, a comida é bom, só falta escolher a companhia.
Classificação: Bom

Restaurante Monte Branco (Martinlongo)
Come-se bem, o espaço é simpático e os enchidos e queijos são caseiros.
Classificação: Bom

Restaurante Alcatiã (Alcoutim)
No “centro comercial” de Alcoutim, na zona nova.
Come-se um entrecosto de porco preto com migas fantástico, quem gosta, pode reservar algumas iguarias do rio Guadiana, como o seu famoso ensopado de enguias.
Classificação: Muito bom

Rosa’s Cantina (Vilamoura)
Boa comida mexicana. Ambiente agradável e temático.
Classificação: Muito bom

Restaurante Camané (Praia de Faro – Faro)
Com vista sobre a Ria Formosa e o Aeroporto. É um bom sítio para levar aquela companhia. Aconselha-se as entradinhas e os linguadinhos.
Classificação: Muito bom

Restaurante Faro e Benfica (Faro)
No outro lado da doca. Aconselha-se os pratos com marisco, cataplanas, arroz...
Classificação: Muito bom

Restaurante Mesa dos Mouros (Faro)
Na Sé. Experimentem os petiscos e os doces regionais.
Classificação: Muito bom

Restaurante Retiro dos Amigos (Rio Seco - Faro)
Depois das garagens da Citröen. Aconselho a carne assada na mesa, num sistema diferente e inovador. Tentados???
Classificação: Muito bom

Restaurante Tasca Rasca (Faro)
Perto da Madalena. Come-se uns choquinhos fritos fabulosos.
Classificação: Muito bom

Restaurante Taska (Faro)
Atrás da Igreja de São Pedro. O menu reflecte a gastronomia litoral do Algarve. Também podem ir ao Restaurante Estaminé (informem-se no local) na Ilha Deserta, do mesmo proprietário.
Classificação: Muito bom

Restaurante O Cantinho (Carvoeiro)
Na rua principal, que sobe para o Farol. Experimentem o bife na tábua.
Classificação: Muito bom

Restaurante O Cacto (Odiáxere – Lagos)
Antes de entrar em Odiáxere. Comida internacional, de inspiração Belga. A decoração é muito bonita.
Classificação: Excelente!

Restaurante Palácio da China (Lagos)
Quem vai para a praia do Porto de Mós. É chinês.
Classificação: Bom

Restaurante Duas Sentinelas (Cascalheira – Quarteira)
Na estrada de Quarteira/ Vilamoura. Ideal para jantares demorados, no verão.
Classificação: Bom

Restaurante Pier One (Vilamoura)
Junto à entrada (por barco) na marina. Bar em baixo, restaurante em cima. Come-se e bebe-se bem.
Classificação: Muito bom

Restaurante Senhor Frango (Almancil)
Nas Escanxinas, como quem vai para Quarteira. Tem bom frango, bom vinho e um espaço confortável. Com muitas medalhas pelo sue frango assado.
Classificação: Muito bom

Cervejaria Dockside (Portimão)
Na Marina. Quem gosta da cerveja sempre fresca e na mesa, é aqui. Aconselha-se um curso rápido de tirar cerveja, para rentabilizar.
Classificação: Bom

Restaurante Canecão (Tavira)
Seguir pela rua adjacente à praça velha. Aconselha-se a comida com sabor a mar.
Classificação: Bom
domingo, agosto 03, 2003
 
Restaurantes Algarvios

Que tal criarmos uma listagem de bons restaurantes Algarvios? Se conhece algum(ns) envie-nos um e-mail ou escreva nos comentários o nome do restaurante, morada, os melhores pratos, preço e telefone.
Depois iremos publicá-los aqui no BLOG e, talvez, noutro sítio....
Venha de lá essa contribuição....
 
Farense: Manifestação na Segunda-feira (dia 4) na Assembleia Municipal de Faro

Decorrerá amanhã, dia 4, pelas 21h uma manifestação na Assembleia Municipal de Faro de protesto contra a decisão do PS e PCP de inviabilizarem a construção de uma bomba de gasolina para o Sporting Clube Farense.
sexta-feira, agosto 01, 2003
 
Tinta na Sé

Ontem, não resistindo às delícias da Ria Formosa, voltei aquelas tascas para um festival de sabor... quando cheguei, desta vez cedo, ainda o sol raiava, fiquei boquiaberto a olhar para os cantos do edifício da Sé. Não sei quem o fez, mas algum “inteligente” pintou (e outro mandou pintar) todo o edifício, onde se inclui os cantos em pedra.

É incrível o desrespeito que existe pelo património construído!!!

É incrível o despeito por Faro e pelos seus residentes!!!

É incrível a falta de visão e de responsabilidade de quem pintou!!!

Vou, para meu conforto, pensar que foi por excesso de zelo que alguém pintou as pedras; que quem deu a ordem, se esqueceu de referir para não pintar as pedras; que estão agora a procurar resolver o assunto...

...tenham vergonha, deixem de destruir a cidade, daqui a pouco, Faro fica reduzido a uma arquitectura sensaborona, sem relevância histórica, aí, nesse dia, Faro deixa de ser uma capital, passa a ser uma selva de edifícios de 12 andares... bem hajam as cabeças iluminadas, só falta mesmo rebocar as muralhas com cimento... e pintar de branco!??!!?


Powered by Blogger

Weblog Commenting by HaloScan.com